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DEM, PP e PR articulam para tentar lançar candidato em 2020

09/07/2019

Ex aliados do Prefeito e que participam da gestão querem enfrenta-lo na disputa pela prefeitura

O DEM (democratas), o PP (partido progressista) e o PR (partido da república) articulam entre sí a formação de uma frente que busca lançar um candidato a Prefeito nas eleições municipais de 2020 para enfrentar Léo Bortolin (MDB).

O atual gestor, que goza de bons índices de aprovação, abriga na gestão, integrantes das três legendas que estavam unidas no projeto político de 2017, quando Léo Bortolin derrotou a “representante dos Vianas”, vereadora Carmem Betti (PSC).

Com objetivos de alcançar o poder, o PP, comandado pelo ex-vereador cassado Josafá Martins tem se articulado e cooptou o político que mais troca de partido no município, Luizinho Magalhães (só entre 2016 e 2019 ele foi do PSDB, MDB e agora PP).

Ocorre que o PP tem diversos de seus membros dentro da gestão, entre eles o Secretário de Obras Henrique Gatto, o que pode indicar um racha interno. Para construir seu projeto Político, Luizinho terá que primeiramente pacificar seu próprio partido.

O DEM, comandado pelo político José Medeiros e que tem no ex Prefeito Érico Piana sua liderança mais forte conseguiu derrotar Léo Bortolin na disputa da Mesa Diretora da Câmara no biênio 2019-2020, colocando seu filiado, Paulo Márcio na Presidência. O objetivo era fazer de Paulo Márcio um nome forte para concorrer com Leonardo, ocorre que o perfil político de dele não colaborou e sua gestão é tutelada por quase todos os lados.

Já o PR, presidido pelo vereador Luiz Costa tem uma posição de oposição ao gestor, corroborado por um mandato independente e as vezes firme na oposição. Um dos nomes mais forte do PR é do empresário e Presidente da ACIPLE, Ubiratan Ferreira.

Esses três grupos tem buscado o diálogo entre sí e convidado outros partidos para integrar essa frente de oposição eleitoral ao Prefeito Léo Bortolin que por outro lado tem cooptado importantes apoios, seja na classe produtora, empresarial e política da cidade. A própria oposição que saiu das urnas em 2017, como a vereadora Carmem Betti (PSC) e os três vereadores do PDT (Iva, Neri e Juarez) tem se mostrado mais flexíveis e apoiadores da gestão que os três partidos que supostamente eram aliados.

Faltando um ano e meio praticamente, para o próximo pleito eleitoral, este é o momento das articulações internas e da busca das opções. Mas flertar demais com um projeto alternativo, pode levar a perda de espaço com quem está no poder. Talvez definitivamente.

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