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Desembargador dá 30 dias para polícia concluir investigações sobre grampos ilegais

10/07/2019

O esquema funcionou entre os anos de 2014 e 2015. Na ocasião, médicos, advogados, políticos de oposição à gestão passada e jornalistas foram espionados.

O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Orlando Perri,deu prazo de 30 dias para que as investigações sobre o esquema de interceptações clandestinas operado por agentes públicos sejam concluídas. A determinação foi assinada na última quinta-feira (5).

Na decisão, o magistrado cita o "longo tempo", que as investigações perduram. O "escândalo dos grampos" veio à tona no dia 14 de maio, em uma reportagem do Fantástico. O caso foi denunciado pelo promotor de Justiça Mauro Zaque.

Na decisão, o magistrado cita o "longo tempo", que as investigações perduram. O "escândalo dos grampos" veio à tona no dia 14 de maio, em uma reportagem do Fantástico. O caso foi denunciado pelo promotor de Justiça Mauro Zaque.

O esquema funcionou entre os anos de 2014 e 2015. Na ocasião, médicos, advogados, políticos de oposição à gestão passada e jornalistas foram espionados.

“Por fim, recomendo sejam agilizadas as investigações, fixando-se o prazo de trinta dias para conclusão dos trabalhos envolvendo os três procedimentos investigatórios criminais, especialmente diante do longo tempo que já perdura a apuração dos fatos”, diz trecho da decisão.

Em maio, três novos delegados assumiram as investigações do caso. São eles: Rafael Mendes Scatalon, que atua como delegado regional em Pontes e Lacerda; Jannira Laranjeira Siqueira, atual delegada da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, e Luciana Batista Canaverde, delegada regional de Água Boa.

Os telefones foram interceptados com autorização judicial. Os documentos pedindo à Justiça autorização para isso foram assinados pelo cabo da PM, Gerson Luiz Ferreira Correia Júnior, numa suposta investigação de crimes cometidos por PMs. No entanto, foram juntados os telefones de quem não era suspeito de crime algum, numa manobra chamada "barriga de aluguel".

fonte: G1-MT

Grupo de notícia Estado



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