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Fórum Sindical promete convocar paralisação e ameaça greve geral

26/01/2019

Após a aprovação do “pacotão do governo” na Assembleia Legislativa na noite de quinta-feira (25), o Fórum Sindical decidiu promover um dia de paralisação em 12 de fevereiro. Casa sindicato deve realizar assembleias com a sua categoria até 11 de fevereiro, com deliberação sobre estado de greve e paralisação de 24 horas.

Em nota divulgada nesta sexta-feira (25), o Fórum afirma que “não reconhece a aprovação dos projetos aprovados por uma Assembleia que não tinha legitimidade para tal”, porque 14 dos deputados não foram reeleitos.

Os servidores também acusam o governo de dialogar “apenas com o agronegócio, mantendo a subserviência do interesse público ao lobby dos interesses dos barões do agro que, juntamente com a corrupção desenfreada que assola o Estado, se apropria do Estado para manter privilégios imorais em isenções fiscais bilionárias que drenam recursos públicos para cofres privados, em detrimento das necessidades da população”.

Entre as pautas da greve geral estão a garantia do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), calendário de pagamento de salários sem atraso, pagamento do 13º salário dos servidores que ainda não receberam sem parcelamento e a luta contra o aumento da alíquota da Previdência.

Mendes vai acionar Justiça

Diante das ameaças de greve de servidores públicos do Executivo, após a aprovação de um pacote de leis, como a que coloca condições ao pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), extingue empresas públicas e faz alterações na Previdência, o governador Mauro Mendes (DEM), autor das medidas, afirmou que, caso o movimento paredista se concretize, judicializará o caso.

“Se tem uma greve, isso é histórico em qualquer movimento no Brasil, que aquele que sofre o efeito da greve busque o Poder Judiciário para fazer a intermediação e o julgamento da legalidade e da procedência da greve”, disse nesta sexta-feira (25), classificando a postura como normal e natural.

Mesmo prometendo que irá resolver a questão, Mendes adianta que fevereiro e março ainda não serão meses favoráveis à normalização financeira do Estado. “Fevereiro não será um mês fácil. Março pior ainda porque temos que pagar R$ 140 milhões ao Bank of America e é impossível não pagar porque, se não pagar, o contrato vence, a União tem que pagar ao banco e ela vai descontar integralmente do nosso repasse do Fundo de Participação dos Estados”, explica Mauro.

Grupo de notícia Estado



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