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Mauro diz que vai rever contratos

22/11/2018

Em vídeo, Mauro avisa que irá rever contratos com fornecedores do Estado

Em anúncio nas redes sociais, o governador eleito Mauro Mendes (DEM) avisou aos fornecedores do Governo do Estado que as decisões adotadas nos últimos 90 dias pelo atual governo Pedro Taques (PSDB) podem ser alteradas durante a sua administração. Mendes insinua que a equipe de transição tem se surpreendido com os números do caixa do Governo. Com isso, pede a compreensão de todos que prestam algum tipo de serviço ao executivo.

“Estamos continuando os trabalhos de transição fazendo analise dos números do Estado. Eu queria neste momento comunicar a todos, principalmente a fornecedores e todos aqueles que estão envolvidos nas cadeia de fornecimento do Estado de Mato Grosso, todas as decisões que foram tomadas ou serão tomadas nos últimos 90 dias, elas serão passíveis de uma reanálise e algumas delas passíveis até de alteração na nossa administração”, diz em vídeo.

Com aparência preocupada, o governador eleito conta que é necessário fazer um levantamento minucioso financeiro do Estado e revisar os contratos e licitações. “Faremos isso, com devido critério de atender o interesse público, considerando a realidade de caixa e a dura realidade financeira de Mato Grosso. Uma administração séria precisa estar voltada para aquilo que melhor atende ao interesse público. E é pautado nesse compromisso que iremos analisar todas as decisões tomadas nos últimos 90 dias da atual gestão, avaliando possíveis revisões ou alterações, especialmente no que tange a contratos e licitações”, assinalou.

Por fim, ele descreve que todos os trabalhos realizados neste período de transição são voltados para melhorar a economia do Estado e garantir a continuidade de um serviço publico com qualidade. “Vamos aplicar as soluções mais econômicas e eficientes para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo Estado ao povo de Mato Grosso”, colocou. O governador eleito já anunciou algumas medidas de contenção de gastos a partir do próximo ano. Entre elas, está a redução no número de secretarias, passando das atuais 24 para 15 pastas. Segundo o democrata, isso proporcionará o corte de cerca de 3 mil servidores comissionados.

Grupo de notícia Estado



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