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Moradores de Chapada sofrem com falta de água há quase 1 mês

10/11/2019

Duas bombas queimaram e população precisa recorrer a caminhões-pipa para garantir abastecimento

Há quase um mês, moradores de Chapada dos Guimarães voltaram a sofrer com um problema que assombrava a cidade: a falta de abastecimento de água.

Em janeiro de 2018, após a inauguração de um novo sistema de abastecimento, a promessa feita à população era de que os tempos de escassez hídrica, que perduraram por mais de 20 anos, haviam acabado, mas ela foi quebrada.

Os chapadenses estão sem o fornecimento regular desde o dia 13 de outubro, principalmente no Bairro Pôr do Sol e no Centro da cidade. Conforme o diretor do Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Jodemilson da Silva Souza, as duas bombas da Estação de Captação de Água Zelito, inaugurada no ano passado, queimaram.

Por conta disso, comerciantes, por exemplo, precisam acionar caminhões-pipa para continuar trabalhando. É o caso da empresária Ana Margarete da Silva, proprietária do Restaurante Popular, ao lado da Praça Dom Wunibaldo. “A gente que tem que se virar pedindo caminhão-pipa. E tem horários específicos que eles entregam, porque a rua é muito movimentada”, reclamou. A gente que tem que se virar pedindo caminhão-pipa. E tem horários específicos que eles entregam, porque a rua é muito movimentada. Ela afirmou que está perdendo clientes por causa da falta de água em seu estabelecimento.

“É um prejuízo muito grande. Na hora do movimento, acaba a água, os clientes começam a reclamar da limpeza dos banheiros, começam a faltar as coisas e eles vão embora. Como o meu restaurante tem muito movimento, é um dos primeiros lugares onde acaba a água”, pontuou.

Na casa da empresária, o fornecimento também foi afetado. Segundo ela, a água chega à residência apenas durante três horas por dia. “Para a gente [que vive] aqui no Centro é muito complicado. Em casa, também, nem se fala. Faz semanas que não tem. Só pinga água e fica por isso. No máximo, tem umas duas a três horas de água e depois acaba”, reclamou.

Grupo de notícia Estado



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