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Vereador de Cuiabá concede Moção de Aplausos para estelionatária

21/05/2019

A esteticista ficou conhecida nacionalmente ao ser acusada de aproveitar o momento em que as clientes faziam procedimentos na clínica de propriedade dela para furtar cartões e realizar compras.

O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Misael Galvão (PSB), concedeu uma moção de aplausos a uma esteticista que responde a oito processos na Justiça, bem como já foi presa algumas vezes pelo crime de estelionato e furto qualificado e cumpre pena em regime aberto.

A esteticista ficou conhecida nacionalmente ao ser acusada de aproveitar o momento em que as clientes faziam procedimentos na clínica de propriedade dela para furtar cartões e realizar compras.

A assessoria de imprensa da Câmara de Cuiabá afirmou que vai se posicionar sobre o assunto ainda nesta terça-feira (21). Ela foi presa pela primeira vez em 2008. Naquela época, a Justiça decretou a prisão após investigações da Polícia Civil concluírem que a esteticista furtava e fazia compras com cartões das clientes.

Ela aproveitava a distração das mulheres enquanto elas realizavam procedimentos estéticos. Segundo a polícia, os gastos foram feitos em lojas de materiais de construção, roupas, cosméticos, farmácias e eletroeletrônicos.

A soma dos gastos com os cartões furtados passaria de R$ 10 mil. Ela é proprietária da clínica de estética, que fica localizada no Bairro Jardim Paulista, na capital, onde os crimes aconteciam. Ela foi solta após poucos meses em cárcere.

Outra prisão ocorreu em 2009 após um flagrante por furto. Ela respondeu por ter furtado uma bolsa em uma loja de departamentos em Cuiabá. No período, ela também chegou a ficar presa por alguns dias.

No mesmo ano, as ações penais da mulher chegaram a ser interrompidas após ela ser declarada como portadora de uma enfermidade mental. Um exame médico, porém, comprovou que ela não possuía nenhum transtorno psiquiátrico.

A esteticista não responde mais por este processo de furto após a Justiça estadual, no ano passado, declarar a prescrição do crime. Na decisão, a juíza Suzana Guimarães Ribeiro Araújo afirma que “não se vislumbra justificável razoável, juridicamente moral e ética, a conferir autorização para que o processo penal seja impulsionado sem que haja uma possibilidade, ainda que remota, de se chegar a um desfecho punitivo ou executável aos réus”.

Grupo de notícia Estado



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